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As recentes tempestades em Portugal demonstraram que um telhado não é apenas um conjunto de telhas, mas sim um sistema de proteção. Quando um modelo antigo se parte ou desloca, a tentação é fazer uma substituição isolada ("o remendo"). No entanto, a engenharia moderna da BMI foca-se na estanquidade garantida, mesmo em situações de vento extremo.
Antigamente, as coberturas eram construídas em "telha-vã", o que permitia a entrada de correntes de ar que criavam uma pressão de sucção interna, facilitando o levantamento das telhas durante temporais, conforme ficou provado na tempestade Kristin, mostrando ser ineficaz contra ventos fortes.
A reabilitação moderna dita o fim da era da argamassa, passando o foco a ser a instalação com fixação mecânica em coberturas inclinadas, as telhas atuais possuem orifícios de fixação e devem ser aparafusadas às ripas (sem aperto excessivo) para resistir à sucção do vento.
Modelos de telhas BMI, como a Lógica Lusa e Lusa MG Plus, através do seu Design de Resistência, permitem que uma telha fixada trave três telhas adjacentes, aumentando a resistência do conjunto.
A utilização de componentes técnicos é o que diferencia uma cobertura comum de um sistema resiliente:
Para substituir peças, verifique no tardoz (parte inferior) das telhas a marca e o modelo.
Se possui um modelo antigo ou descontinuado, utilize esta tabela para identificar a sucessora de nova geração. Lembre-se que estas substituições podem exigir pequenos ajustes de corte ou ripado, devendo ser validadas pelo departamento Expert BMI.
Modelo Antigo (Descontinuado) | Modelo de Substituição | Perfil |
|---|---|---|
Telhasol Exclusivo, 10, 10 Norte ou 10 Super | S10 | Lusa |
Telhasol N, 12 ou 12 Norte | Sol12 | Lusa |
Modelos Marselha antigos | Marselha MG Plus | Marselha |
O telhado é um ambiente de alto risco e a sua integridade nunca deve ser colocada em causa.